Zé Eliton responde ataque de Caiado: “Ele nos ataca o tempo todo, mas quais são as conquistas dele para os goianos?

Em entrevista à Rádio Sagres 730, na manhã desta quarta-feira (22/8) o governador Zé Eliton (PSDB), candidato à reeleição pela Coligação Goiás Avança Mais (PSDB, PSB, PTB, PSD, PPS, PR, SD, PV, Patriota, Rede, Avante), afirmou o senador Ronaldo, seu adversário na disputa, “ataca porque não tem nada feito pelo Estado para mostrar e porque não tem propostas”. “Ele nos ataca o tempo todo, mas quais são as conquistas dele para os goianos? Qual o grande projeto de lei dele? Qual é a grande obra? Não tem!”, disse.

O governador lembrou que Caiado esteve com o Tempo Novo, ao longo de muitos anos. “Em 2014, ele lutou muito para ser candidato a senador na base. Teve episódios que foram públicos e destacados com este sentido. Agora, a questão é oportunismo político”, disse.
Sobre a atuação do governo e da base aliada, Zé Eliton assinalou: “Nós trabalhamos 24 horas por dia para fazer nosso Estado avançar. Em todos os municípios deste Estado temos obras, ações e programas fundamentais para que as pessoas sigam em frente”, disse.

Ainda apontando as incoerências dos opositores, o governador assinalou: “Quais foram as emendas que eles encaminharam para ajudar determinadas situações?”, disse, apontando ausência de atuação dos dois parlamentares na agregação de recursos para o estado construir obras, por exemplo.

“Ao contrário: o senador Caiado, recentemente, estava tentando obstaculizar a vinda de recursos para o estado de Goiás. Aqui neste microfone, ele se manifestou contra diversas situações onde o estado observaria aporte de recursos para a realização de investimentos. Se ele não pode ajudar, atrapalhar ele não devia fazer. Mas o que ele faz? Além de não ajudar, de não construir, atrapalhar o estado de Goiás. Aliás, isto, me parece, que é uma das marcas dele, de saber criticar, de chamar os outros para brigar lá fora, mas para construir, ninguém tem muita notícia do que ele faz ”, citou.

Zé Eliton também respondeu a ataques do candidato do MDB, Daniel Vilela. “Daniel Vilela (MDB) cresceu e sempre viveu na região sudoeste, tem pouco contato com regiões importantes e que tem uma densidade eleitoral muitas vezes baixa. Talvez por isso não se preocupem muito com estas regiões”, disse.

“Nós observamos avanços grandes; agora, em nenhum lugar do mundo você sai de uma posição de esquecimento por parte das autoridades – e os que criticam hoje estiveram no governo ao longo de muitos anos e nada fizeram por nenhuma das duas regiões – e passa para uma questão de altamente desenvolvida”, afirmou.

O governador observa falhas na postura dos adversários. “É muito fácil jogar pedra, criticar, fazer propostas mirabolantes, sem compromisso com a realização destas propostas”, assinalou. “O que eu acho é que você precisa ter uma agenda política propositiva, com base na realidade. Não é jogar para a platéia”, disse.

“Ciclo das oligarquias está sendo encerrado em Goiás”
“O ciclo que está sendo encerrado é o ciclo das oligarquias em Goiás, daqueles que, por décadas, por séculos, mandaram na política do estado de Goiás. É o ciclo daqueles que usam o sobrenome para se perpetuar na vida pública”, disse.

Em contraste, o governador disse que, no PSDB e no seu grupo político, “há homens que vieram de famílias simples, que conseguiram avançar na vida” e que “nós temos todo um projeto que é desenvolvido para o Estado de Goiás, cuja população auferiu resultados altamente positivos”. Ele lembrou, ainda, que, diferentemente de alguns adversários, ele e Marconi têm origem humilde e hoje têm a missão, delegada pelos goianos, de governar para todos. “Política deve ser observada e ocupada pelo mérito, pela capacidade de ofertar soluções para problemas de Goiás”.




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