Putaria na Alego? Deputado do chapéu diz que moças na Assembleia foram contratadas para “servir” deputados

Amauri Ribeiro afirmou que modelos top não tem trabalho algum na Assembleia Legislativa a não ser “servir” deputados como uma espécie de mulheres de programa

O deputado estadual Amauri Ribeiro (PRP-GO), também conhecido como o deputado do chapéu, corre atrás de uma polêmica custe o que custar. Quando era prefeito da cidade de Piracanjuba em Goiás o homem ficou conhecido quando partiu pra cima de um deficiente físico, bem como quando deu uma surra em sua filha adolescente por esta ter publicado fotos sensuais em uma rede social. Recentemente, ao tomar posse como deputado estadual na Assembleia Legislativa, Amauri Ribeiro colocou a esposa no colo no plenário da casa sob a alegação que cedeu seu lugar a uma senhora idosa. Mesmo assim o gesto chamou a atenção da mídia e das pessoas que viram o ato como mais uma demonstração machista e de desvalorização da mulher.

Ofensa às mulheres e aos deputados

Agora o deputado está metido em mais um polêmica que pode lhe render muitas dores de cabeça. Em entrevista para redes sociais de O Popular o deputado do PRP atacou violentamente, e sem provas, deputados e muitas mulheres que trabalham na Assembleia Legislativa de Goiás. Amauri afirmou categoricamente que existem mulheres na Assembleia Legislativa que são pagas com o dinheiro público para “servir” os deputados. A sugestão do deputado é clara no sentido de que tais “modelos” estariam na Alego como uma espécie de garotas de programa. Amauri Ribeiro disse que deputados em Goiás se servem de mulheres bonitas às custas do dinheiro do povo. “A Assembleia é uma pouca vergonha e algumas moças são contratadas para servir deputados. E só top, só modelo”, atacou o deputado. “Procure os funcionários efetivos que eles vão confirmar. Comissionadas, não fazem nada. Estavam ali e não sei se essa farra vai continuar, mas podem ficar atentos que isso existe na Assembleia. Com o meu e com o seu dinheiro”, confirmou. A jornalista Fabiana Pulcineli, uma das maior importantes do jornal O Popular, foi correndo para as redes sociais questionar se o deputado teria provas da acusação que estava fazendo.

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Quebra de decoro parlamentar

O ex-presidente da Assembleia José Vitti disse que desconhece essa situação por completo e que nunca sequer ouviu falar disso. O atual presidente, Lissauer Vieira (PSB), se mostrou completamente surpreso e disse que isso é algo muito sério. “Uma denúncias dessas sem provas é muito complicado até porque atinge em cheio os deputados da casa. Eu falo não como deputado, mas como presidente: não concordo com a atitude dele, estou há quatro anos na Assembleia, lá tem mulheres que estão trabalhando para sustentar suas famílias, mães de família, nunca tive informação a esse respeito. E a sociedade exige o mínimo de decoro do parlamentar, não quer esse tipo de atitude, quer respeito e equilíbrio”, comentou. Para o atual presidente da casa o deputado Amauri Ribeiro feriu o decoro parlamentar e pode ser levado ao Conselho de Ética. Vários deputados concordam com o presidente Lissauer e devem questionar o deputado do chapéu para que apresente provas do que afirmou. Do contrário, várias representações podem surgir. Afinal, Amauri ofendeu muitas mulheres da casa e até mesmo os deputados já que generalizou a coisa e sem apresentar nenhuma prova.




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