“Governo Caiado não terá dificuldade alguma para aprovar os projetos bons para Goiás”, afirma Lissauer Vieira, novo presidente da Assembleia

Em entrevista ao jornalístico Bom Dia Goiás, da TV Anhanguera, presidente do Legislativo afirma que relação com governo será “independente, mas sem radicalismos”

O novo presidente da Assembleia Legislativa, Lissauer Vieira (PSB), afirmou nesta segunda-feira (4/2) em entrevista ao programa Bom Dia Goiás, da TV Anhanguera, que o governo Ronaldo Caiado (DEM) não enfrentará resistência do Legislativo para a aprovação dos projetos de lei que promovam o desenvolvimento econômico e social do Estado. “Vamos respeitar o Poder Executivo. O que for bom para Goiás, o governo não vai ter dificuldade para aprovar. Agora, o que for ruim para a população, vai ter debate, dentro das limitações e do que estabelece o regimento interno da Casa”, disse.

Lissauer afirmou que a relação com o Executivo será pautada pela autonomia e pela independência, mas sem radicalismos. O novo presidente afirmou que esse é o “sentimento dos deputados estaduais”, como resultado da manifestação dos goianos nas eleições. “Esse é um sentimento que reflete a vontade do eleitor, a vontade que saiu das urnas, um sentimento de que o Poder Legislativo seja entregue para o Estado, para a população e para os servidores da Casa”, disse o presidente da Assembleia.

Total transparência

O parlamentar também reafirmou, sob sua gestão, o compromisso com a total transparência dos atos do Poder. “Vamos manter e ampliar as políticas de transparência das gestões anteriores dos deputados (José) Vitti (PSDB, 2017-18) e Helio de Sousa (PSDB, 2015-16). Eles aperfeiçoaram as medidas de abertura da Casa e transformaram a Assembleia no poder mais transparente do Estado. O Legislativo é hoje um poder aberto, aberto à população e vamos continuar trabalhando nessa direção”, disse.

Lissauer afirmou que a Assembleia Legislativa espera um tratamento mais respeitoso e coerente do dispensado até agora pelo governo Ronaldo Caiado. Segundo o presidente, a eleição da nova mesa diretora é uma expressão dessa percepção. “O tratamento dado à Assembleia tem de ser mais coerente, mais na base do diálogo”, disse o presidente. “Não vamos aceitar que a Assembleia Legislativa seja uma extensão do Palácio das Esmeraldas, mas evidentemente, de nossa parte teremos uma postura de total respeito com o Poder Executivo, buscando sempre o entendimento e a parceria”.




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