Dramático resgate de maquinista após choque de trens na Supervia já passa de seis horas

Em um espaço pequeno entre os trilhos e o muro que separa a estação do trem e do metrô, bombeiros tentam resgatar o maquinista preso às ferragens após uma colisão entre duas composições na estação de São Cristóvão da SuperVia, na Zona Norte do Rio. A ação, que já passa de seis horas, se desdobra em diversos planos de salvamento na tentativa de tirá-lo com vida. Foram mobilizados bombeiros de três quartéis. O maquinista está preso às ferragens e recebe soro e está respirando com ajuda de um balão de oxigênio. Ele permanece lúcido e se comunica com os socorristas. A família dele está no local acompanhando o trabalho dos militares.

Desde a hora que chegaram, por volta das 7h, bombeiros encontram dificuldades em chegar ao local onde está o maquinista. Eles tentaram acessar o interior pela parte de baixo da composição. Muitos se amontoaram em um pequeno ponto.

Para tentar retirar o maquinista, os bombeiros atuam em duas frente de trabalho, informou a assessoria de imprensa da corporação. Um grupo se encontra dentro da composição, realizando afastamento das ferragens usando desencarceradores hidráulicos — equipamento que permite a manobra sem encostar na vítima.

Fora do trem, outros bombeiros realizam cortes nas ferragens com aparelho de oxi-acetileno. “O trabalho é lento, meticuloso e exige perícia técnica dos militares envolvidos. A prioridade é o suporte à vida da vítima”, destacou a assessoria de imprensa da corporação.

A estrutura do trem está totalmente retorcida. O clima é de comoção entre as pessoas que acompanham a operação.

O ACIDENTE

Um trem que seguia da Central do Brasil para Deodoro colidiu com uma composição que fazia o mesmo trajeto e estava parada na estação São Cristóvão. Nove pessoas se feriram.

O acidente foi por volta das 6h50, segundo a SuperVia.

Com informações do O Globo.




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