Defesa aponta: o falso testemunho para prejudicar e retirar Sebastião Peixoto do IMAS

Diretora do IMAS teria praticado falso testemunho com o objetivo de prejudicar e afastar Sebastião Peixoto da presidência do IMAS

Mais um detalhe sobre a investigação do Ministério Público no Instituto de Assistência à Saúde e Social dos Servidores Municipais de Goiânia (Imas) vem à tona e esclarece mais pontos neste caso intrigante. O que se apresenta agora seria uma grande armação com o objetivo de afastar o então presidente do IMAS do órgão.

A defesa de Sebastião Peixoto, ex-presidente do IMAS, manifestou-se por meio de nota após a divulgação de possíveis inconsistências no depoimento da diretora de saúde, Maria Madalena Rezende Monteiro, ao Ministério Público.

Ela teria afirmado, em depoimento, que foi designada para a função pelo controlador geral de Goiânia, Juliano Bezerra e pelo secretário Paulo Ortegal com o intuito de verificar irregularidades cometidas pelo então presidente do Instituto. Ambos negaram, no entanto, que Tião Peixoto fosse alvo de investigação.

A nota diz que, desde o princípio, vem afirmando a completa inocência de Sebastião Peixoto frente às acusações do Ministério Público, que tapou os olhos e ofertou denúncia em desfavor de pessoas probas.

“As notícias que têm vindo à tona, apenas corroboram que toda a investigação foi recheada de fatos inverídicos para retirá-lo da Presidência do Imas. Sebastião Peixoto nunca foi suspeito de participação de práticas espúrias como quiseram fazer crer, mas com amparo em fatos reais, não em suposições, a verdadeira justiça há de prevalecer. Por certo, diante da notícia de falso testemunho, a defesa apresentará ao Ministério Público requerimento para providências”, finaliza a nota assinada pelo advogado Romero Ferraz Filho.




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