Alerta! Como evitar o vírus H1N1?

Segundo dados divulgados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) já passam de milhares as mortes provocadas pela Gripe A no mundo. No Brasil, muitos morreram em decorrência da gripe, de acordo com o Ministério da Saúde. Esses números, porém, poderiam ser bem mais baixos se fossem adotadas pela população medidas básicas de prevenção, como lavar as mãos, com frequência, com água e sabão.

A SBEM, como uma entidade médica, faz o seu papel de cidadania e reforça o alerta das autoridades, esclarecendo vários pontos sobre sintomas e os cuidados que devem ser tomados pedindo inclusive campanhas de publicidade para os alertas. Pacientes que têm alguma doença crônica, como diabetes e obesidade, precisam ter atenção redobrada.

Sintomas

É fácil confundir a Gripe A com uma gripe comum, já que os sintomas são bem parecidos: febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares e dores nas articulações. Existem, porém, algumas diferenças: a febre é de difícil controle e, geralmente, quem está com a nova gripe apresenta um quadro de desconforto respiratório. Algumas pessoas também relataram ter apresentado catarro, dor de garganta, náusea, vômito e diarreia forte.

Segundo o Ministério da Saúde, no aparecimento desses sinais, o mais indicado é procurar um médico. A partir daí, se for necessário, o paciente é encaminhado para hospitais de referência, para avaliação do Influenza A.

O Brasil possui atualmente 68 hospitais de referência para tratamento de pacientes graves infectados pelo novo vírus. Nestas unidades, existem 900 leitos isolados para atender aos casos que necessitem de internação.

Doenças Crônicas como Grupo de Risco

A Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou recentemente quais pessoas poderiam ser consideradas como dentro do grupo de risco. São elas: idosos; crianças menores de dois anos; gestantes; pessoas com diabetes, doença cardíaca, pulmonar ou renal crônica, deficiência imunológica, com obesidade mórbida e, também, com doenças provocadas por alterações da hemoglobina, como anemia falciforme.

Segundo o Dr. Ronaldo Sinay Neves, endocrinologista e membro da diretoria da SBEM Nacional, tais patologias merecem atenção muito especial no caso de contágio com o vírus H1N1. “O diabetes, por exemplo, pode causar diminuição da defesa do organismo, o que facilita o risco de infecções em geral, inclusive da gripe suína”, afirma. “A pessoa com diabetes contaminada pelo vírus H1N1 tende a sofrer elevação importante da glicemia. O ideal é a medição dos índices glicêmicos várias vezes ao dia e procurar um endocrinologista para adequar o tratamento ao diabetes”, completa.

Como o Vírus Age

A Gripe A é uma doença respiratória causada pelo vírus H1N1, que é uma variação de vírus causadores de gripe em porcos. Em seres humanos, ele se aloja nos pulmões, desenvolvendo uma pneumonia viral.
Caso não haja os devidos cuidados, a infecção pode levar ao óbito, principalmente pessoas com sistema imune enfraquecido, como é o caso de portadores de doenças crônicas. Por ser um vírus novo, ainda não se tem certeza de como ele age, porém, a nova gripe parece afetar gravemente também pessoas com sistema imune mais forte.

O principal risco associado à doença é uma inflamação severa dos pulmões, que pode levar à insuficiência respiratória.

Prevenção

Ilustração de mãos sendo lavadasAlgumas medidas básicas de higiene podem ser usadas para evitar o contágio e proliferação da nova gripe. Hábitos como lavar bem as mãos, frequentemente, com água e sabão; evitar tocar os olhos; boca e nariz após contato com superfícies e locais públicos; não compartilhar objetos de uso pessoal; e cobrir a boca e o nariz com lenço descartável ao tossir ou espirrar, são alguns deles.

Tentar permanecer em boa saúde geral também é importante. Repousar, evitar o estresse, beber bastante líquidos e se alimentar bem ajudam na recuperação.

Mesmo em estado de alerta Goiás vai ter que esperar mais sete dias para o inicio da Campanha Nacional de Vacinação Contra Influenza. A ação que iria do dia 16 deste mês até 25 de maio, foi adiada para o dia 23 abril até o dia 1º de junho. Enquanto isso, 32 casos e duas mortes causadas pela gripe H1N1 já foram confirmadas. Também está sendo investigada se a morte do médico pediatra Luiz Sérgio de Aquino Moura que aconteceu neste domingo (1º/4), foi em causa da doença.

Essa mudança ocorreu em virtude do atraso da entrega do imunobiológico pelo Instituto Butantan, produtor da vacina. De acordo com o Ministério da Saúde, apesar dessa alteração, a Campanha será realizada no período ideal (abril e maio), antes do pico de transmissão do vírus influenza no Brasil, que ocorre no mês de julho.

Na campanha, os primeiros a serem vacinados serão indivíduos com 60 anos ou mais de idade, crianças na faixa etária de 6 meses a menores de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias), as gestantes, as puérperas (até 45 dias após o parto), os trabalhadores da saúde, os professores das escolas públicas e privadas, os povos indígenas, os grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, os adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, a população privada de liberdade e os funcionários do sistema prisional.

Mesmo em estado de alerta Goiás vai ter que esperar mais sete dias para o inicio da Campanha Nacional de Vacinação Contra Influenza. A ação que iria do dia 16 deste mês até 25 de maio, foi adiada para o dia 23 abril até o dia 1º de junho. Enquanto isso, 32 casos e duas mortes causadas pela gripe H1N1 já foram confirmadas. Também está sendo investigada se a morte do médico pediatra Luiz Sérgio de Aquino Moura que aconteceu neste domingo (1º/4), foi em causa da doença.

Essa mudança ocorreu em virtude do atraso da entrega do imunobiológico pelo Instituto Butantan, produtor da vacina. De acordo com o Ministério da Saúde, apesar dessa alteração, a Campanha será realizada no período ideal (abril e maio), antes do pico de transmissão do vírus influenza no Brasil, que ocorre no mês de julho.

Na campanha, os primeiros a serem vacinados serão indivíduos com 60 anos ou mais de idade, crianças na faixa etária de 6 meses a menores de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias), as gestantes, as puérperas (até 45 dias após o parto), os trabalhadores da saúde, os professores das escolas públicas e privadas, os povos indígenas, os grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, os adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, a população privada de liberdade e os funcionários do sistema prisional.


TAG


Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.